Quando se viaja, tudo é relativo… Experimente e faça mini revoluções na sua vida!

Para mim, a relatividade é mais que uma teoria de Einstein, é algo real sobre a vida cotidiana do ser humano, e principalmente do viajante e intercambista. Quando se chega a algum lugar é preciso (e você compelido a) rever seus conceitos sobre as pessoas, sobre certo e errado, rápido ou demorado.

Quando se está em Sampa, ou nos EUA, 10 – 15 minutos para chegar um prato é o tempo razoável de espera em um restaurante… Quando se vai para outras cidades no Brasil ou outros países que não os EUA, esta medida muda de maneira considerável… Com demora de mais de uma hora, já fui ofendido no interior do Brasil por reclamar e não querer pagar os famosos 10% – ”você não está vendo que está cheio?”. Sim, eu estava vendo, maaas, nada justifica 1 hora e muito menos a falta de respeito.

Mas o ponto que queria fazer não é exatamente este da espera em um restaurante e sim, dos seus gostos…. Me preparando para mais uma viagem exótica e conversando com as pessoas sobre comidas diferentes que vou comer e que já comi comecei  a refletir…

Porquinho da Índia, sashimi de cavalo, buchada serva, escargô de barraquinha, alpaca, vicuña, espetinho de llama, dentre tantos outros, tantos difícil até de lembrar…

Me veio a pergunta: será que eu comeria alguma dessas coisas em um dia normal, no almoço do trabalho ou em um jantar romântico? Impossível não é, mas não consigo me imaginar procurando um restaurante para comer uma iguaria dessas!

Sashimi de Cavalo. Prato típico no Japão.
Sashimi de Cavalo. Prato típico no Japão.

Bom, este exemplo serve para mim, mas pode não servir para outros… Mas, sair do nosso contexto habitual faz com que nos permitamos o novo, o diferente. Talvez praticar um esporte que não conhecemos ou nunca praticamos (joguei beisebol em Tóquio, patinei no gelo no inverno em Berlin); ouvir músicas e participar de eventos que não estamos acostumados (fui a um concerto em Viena); entre outras coisas que podem parecer bobas e que podemos fazer no Brasil, MAS, que só experimentamos nestas situações….. e é rejuvenecedor!

Algumas pessoas falam que as vezes precisam mudar tudo, dar uma reviravolta na vida (eu já quis e fiz isso), e viajar é definitivamente a forma mais natural de se fazer, e talvez sem precisar largar o emprego, mudar de namorada, mandar meia dúzia catar coquinho etc. Ás vezes afinal, a mudança que é preciso, é em nós mesmos, não no entorno, e portanto, mudar temporariamente o entorno e as nossas atividades nos faz perceber isso…

A mim, me faz, toda vez, em toda viagem! Então lembre-se:

Quer mudar de vida? Viaje, experimente, tente, erre e acerte!!! =o)

Homero Carmona

Blogueiro desde 2008, ano em que fez seu primeiro intercâmbio e começou a viajar por aí! Atualmente coleciona mais de 40 países no seu passaporte e sonha conhecer todos os 200 e poucos por este mudão a fora... Seu hobby é fazer com que mais gente viaje, todo dia, cada dia mais!

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