Roteiro de Viagem – 2 dias em Nova Iorque (New York), Estados Unidos

Quem nunca quis a New York? Bom, aproveitei a oportunidade de fazer uma conexão por lá para poder finalmente conhecer mais esta capital do mundo, se não a principal do mundo moderno. Dois dias, como é de se imaginar, é muito pouco para esta cidade enorme, mas conto aqui o que fiz e o que acho que poderia ter feito.

Dia um – parada de ida para o Japão, um dia, duas noites

Primeiro é importante dizer que fiquei em um hostel na 34th St (importante rua de compras de NY) com a 3rd Ave – New York Budget Inn. Muito boa localização, seja acesso ao metrô, compras, bares ou restaurantes.

Como 1.o dia da primeira vez, fui de cara para o mais básico: Times Square – de dia e de noite, de noite é muito mais legal!!! -, Wall Street e famoso tourinho da Bolsa, Aquela voltinha básica pela 34th St e pelas Avenidas 5th, 6th e 7th, onde ficam a grandes lojas e que toda brasileirada vai lá para comprar, como a Macys, Gap, H&M entre muitíssimas outras para todos os gostos.

 

34th Street e a gigante Macy's - New York
34th Street e a gigante Macy’s – New York

Fiz também o passeio de barco para a estátua da liberdade, entretanto, porém estava bem no período das férias forçadas por conta do orçamento 2014 (Lembram disso?), aí não pudemos descer na ilha.. Mas ok, a vista valeu! =o)

Estátua da Liberdade, New York
Estátua da Liberdade, New York

Aproveitei também para um itém de primeira necessidade para minha viagem e para este blog – um Tablet, o qual uso para escrever os artigos. Comprei na Best Buy da 42nd St com a 6th Ave. Foi minha única compra nesta primeira passagem. Como de costume, aqueles 30, 40% mínimos de economia comparado com preços do Brasil.

Fui também a um barzinho perto do meu hostel, estava sozinho e estava muuuito lotado, não fiquei nem 10 minutos. Era mais um pub mesmo.

Dia 2 – Parada de volta, um dia e uma noite

Meu voo chegou 6 da manhã, mas peguei uma fila na imigração de praticamente 90 minutos nos Estados Unidos. Acho que nunca na vida peguei fila tão grande, mas uma mulher – aparentemente muuuuuuuito mais viajada que eu -, contou que em JFK é mais que normal este tempo de fila.

Enfim, voltando a vaca fria, peguei o segundo dia -apesar do frio e vento, este sim com um sol lindo, ao contrário do primeiro que estava bem fechado – para tentar as principais coisas que faltaram, entre elas algumas compras.

Meu hotel ficava nos cafundós da Jamaica – próximo ao aeroporto JFK -, para facilitar meu trânsito pela manhã – super aconselho – entretanto era longe do metrô o que atrapalhou um pouco. Tive duas experiências lá, uma boa e uma ruim, que conto melhor no artigo sobre o hotel.

De lá fui para o Brooklin, e dei uma volta pelo Brooklin Heights Promenade – com uma vista mais ou menos da cidade hehe, pelo parque do Brooklin, e por fim atravessei a pé a ponte – caminhada de 15-20 minutos – o que é muito legal e já te leva muito próximo a Broadway Ave, Wall St e Memorial 9/11.

 

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Tentei ir ao memorial, mas estava uma fila muito grande. Gosto destes lugares para conhecer a história e tal. Como já conheço a história e o memorial é só o começo de tudo que estão fazendo na região, preferi partir para outra.

A outra, no caso foi ir até a Macys e a Best Best fazer compras, antes de ir para o ” Top of the Rock”, no Rockfeller Center. Me programei todo para ver o pôr do sol e acabei dando vários tiros no pé, mas no fim, o passeio é espetacular, vale muito a pena (conto tudo aqui). É dali que você vê como a cidade toda realmente é SENSACIONAL!!!

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No fim, acabei voltando para a Macys – 15 minutos do Rockefeller de metrô – e depois fui lá para a Best Buy do Queens – único lugar que tinha o que eu queria -, e com um jantar no Outback em frente a Best Buy, basicamente encerrou minha passagem por NY. Na região da Best Buy, mesmo a loja em si, eram um aglomeradado de shoppings, que tinham Macys, Target, entre outros! Todos próximos a estação Woodhaven Blvd, das linhas M ou R do metrô.

Fatos e dicas importantes

Vale a pena chamar a atenção para esta história das ruas chamadas por números – com alguma exceções. Facilita muito a vida, em termos de ter noção de direção e tempo. O único lugar no Brasil que conheço com o mesmo esquema, é Barretos – cidade da família da minha mãe -, moderno não?

A cidade é muito grande, então tente organizar ao máximo o itinerário para não perder muito tempo. Mesmo de trem/ metrô, as viagens podem ser demoradas.

Metrô – cuidado com os trens, existem muitos expressos que não param em todas as estações e em uma mesma plataforma tem trens indo para lugares completamente diferentes – algo que não acontece no Brasil. Downtown e Uptown significa, parte sul ou parte norte, respectivamente, da ilha de Manhatam. Faça o Metrocard (tipo bilhete único) assim que tiver oportunidade, facilita muito a vida.

Ônibus só aceitam moeda ou Metrocard, nem adianta chorar! Quase passei apuros por isso, por sorte ainda tinha crédito no Metrocard.

Cuidado com preço do táxi.

Na minha viagem para o Japão, escolhi New York para minha conexão por uma única razão; as outras conexões não tinham milhas, e a TAM (para JFK) era a mais barata das opções. Se for o seu caso, vale a pena ficar atento.

Homero Carmona

Blogueiro desde 2008, ano em que fez seu primeiro intercâmbio e começou a viajar por aí! Atualmente coleciona mais de 40 países no seu passaporte e sonha conhecer todos os 200 e poucos por este mudão a fora... Seu hobby é fazer com que mais gente viaje, todo dia, cada dia mais!

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